terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Nós pertencemos um ao outro...

— Não tenha medo — murmurei. — Nós pertencemos um ao outro.
De repente foi dominada pela verdade em minhas palavras. Aquele momento era tão perfeito, tão correto, que não havia dúvidas.
Seus braços me envolveram, apertando-me contra ele, verão e inverno. Eu tinha a sensação que cada terminação nervosa do meu corpo era um fio desencapado.
 

— Para sempre — concordou ele, depois me levou delicadamente para águas mais profundas.
Amanhecer

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